Novo capítulo para a Humanidade, a vida social no novo milénio.
Se então há guerra, é uma desumanização inerente; Não haja guerra, tudo na paz do Senhor, e arranjamos maneira que do problema dos "outros" não sejam problema para o "eu". Não venham cá incomodar o "eu", se faz favor. Ego(centrismo), nem que o próximo esteja em risco de morte e/ou riscos de integridade física...
Um momento! Volto a atrás.
Então há vantagens nas guerras? Não gostando do que se vê na televisão, afinal todos se lembram que temos compaixão pelo próximo... que já nem nos lembrávamos que "outros" existiam, ignorados uns muitos anos passados, em que condições estivessem.... Afinal o "eu" não é tão egoísta. Precisa é socialmente de distração... mas com os problemas a acontecer nos "outros", óbvio. Não venham cá tirar o conforto do "eu"!
E assim se alimentam os anseios sociais do ciclo de vida de um humano, pouco habituados a ser.
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A cor de uma cidade
The voice
Não há nada mais singular que assistir num dormitório uma pessoa a pedir silêncio aos gritos!
Dica de comunicação
Uma nova conclusão do dia e para pôr no livro de instruções da mulher: - o homem para conseguir concluir o que quer dizer deve começar a conversa pelo fim.
Assim sendo a instrução é: comece pelo fim, despache-se para o meio do contexto e sem despender mais de 10s, diga rapidamente para o assunto ou título da conversa pretendida.
Entendam homens que devem encarar isto como se tratasse de activar uma fechadura de alta segurança caso contrário ativa um alarme ruidoso, quase eletrocutado por faíscas saídas das sinapses do sistema nervoso feminino e que não lhes restará tempo para chegarem a concluir a vossa ideia pois serão interrompidos, interpretados pelos primeiros curtos-circuito (entenda-se: comparações e redundâncias a que chamamos "bolas de neve"), em que o resultado final acaba no mesmo: "mais valia estar calado, outra vez!"
Palavras leves que ficaram pesadas
Às vezes pergunto-me como é que palavras tão bonitas que representam equilíbrio, vem certo indivíduos que as transformam em "sapos"? ...Até que lá aparece um "príncipe", que as "beije", e as transforma em bonitas!
De pernas para o ar faz mal ao coração
Se calhar entende-se porque temos que nos manter em pé!
Sempre me disseram que não se pode ficar muito tempo de cabeça para baixo: ficamos tontos e... podemos perder os sentidos... e... coisas dessas não é bom para ninguém... não é?!
O Avionês
Ou começa com um:
"Mesdames et Messieurs passagers, bienvenue à bord..."
Ou noutros casos um:
"Señoras y señores pasajeros, bienvenidos a bordo..."
E de seguida:
"Lads end gentelemen passengerees, uahm humm uelcome.. hãa.. aboardemm, nuss buzm... arraive..."
Hã?!
E assim se descobre um idioma novo: o Avionês
(Só digo uma coisa: ainda bem que sou português e entendo linguas com origem no latim)
"Mesdames et Messieurs passagers, bienvenue à bord..."
Ou noutros casos um:
"Señoras y señores pasajeros, bienvenidos a bordo..."
E de seguida:
"Lads end gentelemen passengerees, uahm humm uelcome.. hãa.. aboardemm, nuss buzm... arraive..."
Hã?!
E assim se descobre um idioma novo: o Avionês
(Só digo uma coisa: ainda bem que sou português e entendo linguas com origem no latim)
Lady's shoes
Admiro ver um belo sapato de senhora... delicado, simples, leve. Diga-se que gosto de ver ora um belo salto em certas indumentárias, ora umas sandálias noutras. Observo estas modas recentes e cíclicas, onde passam da sandália ao salto (e que grande salto!)... não obstante contém madeira para abastecer uma qualquer central termoeléctrica em África... E o sofrimento nas ponta dos dedos... Céus!! (de facto algumas devem chegar lá com certos saltos!)
Oh pá, são bonitos, entendo, mas foca mais atenção sobre o aspecto pesado que pergunto se alguém repara se a perna está mais esbelta com tal "haltere"!
Constato ser muito dificil ver pés bonitos nas mulher... graças, se calhar - provavelmente digo eu nesta carcaça masculina - à tortura em que confinam os pezinhos desde cedo. Dedinhos tais, cedo estão mais tortinhos que molas da roupa num estendal!
Soltem os "prisioneiros",
em todos os sapatos há "prisioneiros"
...lá lá lá... (e deixem uma moedinha aqui ao "ceguinho" já agora!)
Gestos de mulher 1
As time goes by...
... assim diria a música num filme tão bem conhecido. O tempo que estou a dispensar escrevendo estas palavras, ou o tempo que o levará a ler, já não volta para trás. Contudo dou-o como bem gasto, deixei-me ir a um registro para mais tarde o recordar ou deixei-me ir a um limite que quero colocar mais longe.
As Palavras e o Tempo "como as flexas", só tem um sentido.
As Palavras e o Tempo "como as flexas", só tem um sentido.
Com ou sem hifen segundo o novo acordo ortográfico
Numa destas manhãs deparei-me com uma reportagem de rua para um canal televisivo onde a pergunta era: -"Couve-flor é com ou sem hifen segundo o novo acordo ortográfico?"
As respostas eram variadas, ora com com ora sem, era à escolha numa probabilidade 50/50. O que não ficou claro para mim sobre este novo acordo e sobre a minha imaginação ocorreu-me:
Repórter: "Couve-flor é com ou sem hifen segundo o novo acordo ortográfico?"
Eu: "Eu já me atualizei, né, é couvi-flô"
Repórter: "Mas está a colocar hifen ou não?"
Eu: "Oi?"
As respostas eram variadas, ora com com ora sem, era à escolha numa probabilidade 50/50. O que não ficou claro para mim sobre este novo acordo e sobre a minha imaginação ocorreu-me:
Repórter: "Couve-flor é com ou sem hifen segundo o novo acordo ortográfico?"
Eu: "Eu já me atualizei, né, é couvi-flô"
Repórter: "Mas está a colocar hifen ou não?"
Eu: "Oi?"
A imprescindível leveza do raciocínio
A verdade é que existe nos humanos uma tendência natural para complicar o universo do simples. Sabe-se lá porque razão mais forte que facto evidente, temos de tentar fazer tudo especial e re-trabalhamos o assunto... desenvolvendo caminhos e mais caminhos, teses e conspirações... em suma, complicando! O orgulho se se mete ao "barulho" então é que se transforma em "entulho comunicativo" (mescla de vontades com raciocínios indefinidos e indecisões por falta de coragem e a imagem própria que não se pode abalar ou mostrar fraca (ou simplesmente humana)).
Nós, os gajos, até somos bastante pragmáticos(não todos!) mas flutuamos por entre as nossas limitações de funcionarmos com um dos lóbulos cerebrais predominante em relação ao outro - geralmente o esquerdo, mais analítico, menos sensível, matemático, o lado lógico. (Sim, somos básicos!)
Não estou com isso a denunciar invalidez nas mulheres, antes pelo contrário, pois quem tem os dois lóbulos em bom funcionamento equivalente só pode estar num nível acima. Por exemplo, esse factor ajuda a executar duas tarefas ao mesmo tempo...mas não de todo no modo que não se conseguem livrar da sensibilidade do lóbulo direito com a lógica do esquerdo.
Complicar para quê?! Vejo abreviadamente o que diria uma sinapse para outra: - Falas comigo ou vais continuar amuada?
Nós, os gajos, até somos bastante pragmáticos(não todos!) mas flutuamos por entre as nossas limitações de funcionarmos com um dos lóbulos cerebrais predominante em relação ao outro - geralmente o esquerdo, mais analítico, menos sensível, matemático, o lado lógico. (Sim, somos básicos!)
Não estou com isso a denunciar invalidez nas mulheres, antes pelo contrário, pois quem tem os dois lóbulos em bom funcionamento equivalente só pode estar num nível acima. Por exemplo, esse factor ajuda a executar duas tarefas ao mesmo tempo...mas não de todo no modo que não se conseguem livrar da sensibilidade do lóbulo direito com a lógica do esquerdo.
Complicar para quê?! Vejo abreviadamente o que diria uma sinapse para outra: - Falas comigo ou vais continuar amuada?
Linhas guia
Hoje na autoestrada ocorreu-me uma pequena lembrança que, por patética que seja, causou reunião de familia à volta do carro a muita gente: estou a falar das guias sonoras das autoestradas e o barulho estranho que o carro soltava sempre que as calcavam e ninguém sabia a sua origem: "Ui! O que é que tem o carro?!" - instalava-se o nervoso miudinho com som vibratório pressupondo que aquele passeio de domingo ia ficar estragado com uma volta para casa em cima do reboque... No melhor sítio para se parar o carro e tudo para fora, à volta do respectivo veículo a ver o que se passa!
- Loucos anos 90. Os meus parabéns ao engenheiro brilhante que se lembrou daquela ideia. Os efeitos secundários foram positivos! Recordo ao nivel dos bons velhos tempos em que havia reunião de familia à frente da tv quando era dia da Eurovisão da Canção.
- Loucos anos 90. Os meus parabéns ao engenheiro brilhante que se lembrou daquela ideia. Os efeitos secundários foram positivos! Recordo ao nivel dos bons velhos tempos em que havia reunião de familia à frente da tv quando era dia da Eurovisão da Canção.
Tempo: o parâmetro mais dificil de gerir
Se se podia perder tempo a maltratar aqueles que não nos respeitam! Podia mas não seria a mesma coisa...
Se se podia perder tempo a fazer a mesma coisa várias vezes ao dia! Podia, desde que saiba bem...
Se se podia...
Tempo precisa-se, tempo procura-se, tempo encontra-se... se o quisermos mesmo, mas não para tudo.
Se se podia perder tempo a fazer a mesma coisa várias vezes ao dia! Podia, desde que saiba bem...
Se se podia...
Tempo precisa-se, tempo procura-se, tempo encontra-se... se o quisermos mesmo, mas não para tudo.
Estórias com história
Certamente toda a gente tem uma história, ou melhor, cada pessoa é uma história. Porque afinal cada um é responsável por cada página da sua vida (e sou incansavel na transmissão dessa mensagem para quem não quiser ler ou ouvir). Em todas oscilamos do sossego de um sorriso de conquista de cada golfada de ar que respiramos ao cansaço das pernas de longas caminhadas. Em todo o sentido são capítulos, diferentes de dia para dia, que valem somente isso: um momento, uma fase, um período, um ciclo. Página que, se for má, rasgar nao vale a pena também. Que sirva de lição por muito humilhante que possa ser para si próprio porque afinal reflete o seu crescente "eu" - que assumido significa domínio sobre o que quer de si próprio - e ninguém é imune à imperfeição.
Eis o meu repto: - Assumir quem somos e o que podemos fazer de melhor com isso. Que a barreira não seja pura esquizofrenia.
Eis o meu repto: - Assumir quem somos e o que podemos fazer de melhor com isso. Que a barreira não seja pura esquizofrenia.
Cenas do próximo episódio
Cada um tem a obrigação de comandar como quer a sua vida mas histórias imprevistas acontecem quando menos se espera. Às vezes cruzo-me com situações e pessoas que fico a pensar "como isso pode acontecer?!"
Em Granada fui abordado por uma bruxa que me queria ler a mão (em troca de dinheiro claro!) e insistia nas minhas linhas da palma da mão. Disse o que toda a gente quer ouvir, claro está, mas eu fiquei a olhar para a mão. Nunca tinha reparado nela daquela maneira. Não acreditei em nada que a bruxa disse mas tenho uma coisa em comum com ela: é a minha mão que declara coisas que eu fiz na minha vida. Aquelas linhas tem o seu sentido... mas deixo tudo resto para os "poetas".
Mas sobre linhas cruzadas, tal como toda a gente, já sofri de tudo um pouco. Telefonemas, encontrões, tropeções, acidente de carro... há sempre uma pessoa, um ser humano, que há-de aparecer pela frente, responsável por si, como eu, por estar naquele espaço, naquele tempo, e que por meu destino (seja lá bem o que isso for) lá estava eu também. Recentemente pela primeira vez, em e-mail, por erro na dactilografia de uma pessoa. Um e-mail bem humorado a pedir acção e alegria a um grupo de outros seres humanos mas não eu como destinatário. Mais uma situação que me fez esboçar um sorriso e respondi espontaneamente (alertando que alguém ficou de fora em deterimento do erro no endereço).
Pensei então, às vezes é bom não ter o controlo definitivo da nossa vida.
Em Granada fui abordado por uma bruxa que me queria ler a mão (em troca de dinheiro claro!) e insistia nas minhas linhas da palma da mão. Disse o que toda a gente quer ouvir, claro está, mas eu fiquei a olhar para a mão. Nunca tinha reparado nela daquela maneira. Não acreditei em nada que a bruxa disse mas tenho uma coisa em comum com ela: é a minha mão que declara coisas que eu fiz na minha vida. Aquelas linhas tem o seu sentido... mas deixo tudo resto para os "poetas".
Mas sobre linhas cruzadas, tal como toda a gente, já sofri de tudo um pouco. Telefonemas, encontrões, tropeções, acidente de carro... há sempre uma pessoa, um ser humano, que há-de aparecer pela frente, responsável por si, como eu, por estar naquele espaço, naquele tempo, e que por meu destino (seja lá bem o que isso for) lá estava eu também. Recentemente pela primeira vez, em e-mail, por erro na dactilografia de uma pessoa. Um e-mail bem humorado a pedir acção e alegria a um grupo de outros seres humanos mas não eu como destinatário. Mais uma situação que me fez esboçar um sorriso e respondi espontaneamente (alertando que alguém ficou de fora em deterimento do erro no endereço).
Pensei então, às vezes é bom não ter o controlo definitivo da nossa vida.
A dona da história
Ontem vi, de facto, uma peça de teatro extremamente interessante. Para além do bom humor dos textos, tem a reflexão da escolha: se fizemos a correcta? E se optassemos por outra na altura? Quem sabe? Quem saberá? Tem resposta certa?
Ok, a perspectiva é feminina e o fim é um pouco "chutado" para a frente... Porque também se pode interpretar que "o dono da história" mais podia ser o "Luis Cláudio" (personagem invisível por onde a história se detalha) e/ou como se houvesse só um "Luis Cláudio" no mundo.
Se fosse eu o argumentista teria descido o pano num determinado momento antes do fim... mas isso é a minha opinião e vale o que vale!
Um aparte técnico: fiquei deliciado com a representação das atrizes Manuela Couto e a Joana Solnado... as miúdas são boas no que fazem! Parabéns.
Ok, a perspectiva é feminina e o fim é um pouco "chutado" para a frente... Porque também se pode interpretar que "o dono da história" mais podia ser o "Luis Cláudio" (personagem invisível por onde a história se detalha) e/ou como se houvesse só um "Luis Cláudio" no mundo.
Se fosse eu o argumentista teria descido o pano num determinado momento antes do fim... mas isso é a minha opinião e vale o que vale!
Um aparte técnico: fiquei deliciado com a representação das atrizes Manuela Couto e a Joana Solnado... as miúdas são boas no que fazem! Parabéns.
Instalação completa: mulher para tudo
Eis que me deixou de facto satisfeito numa reportagem recente: a mulher portuguesa num papel de destaque no mundo da ciência.
Não podia ser mais honroso para a ciência no mundo e em particular Portugal mas também para o papel da mulher na sua essência. Não entrando em nenhuma guerra dos sexos, os homens vingam melhor em quase todas as especialidades profissionais. Os mais conceituados gestores são homens, até aos mais conceituados chefes de cozinha. Ora porque não conseguem ser multitarefas e são extremamente orientados só para uma coisa de cada vez, ora porque o mundo é machista nem que não se queira assumir (por alguns)...
Aqui deixo escrito o quanto tiro a "cartola" às mulheres que são tudo: cuidam de si, lidam com a casa, são esposas, amantes, mães, amigas e profissionalmente competentes e lutadoras; e ainda lhes sobra tempo! Bravo! (ou melhor: bravas!)
Não podia ser mais honroso para a ciência no mundo e em particular Portugal mas também para o papel da mulher na sua essência. Não entrando em nenhuma guerra dos sexos, os homens vingam melhor em quase todas as especialidades profissionais. Os mais conceituados gestores são homens, até aos mais conceituados chefes de cozinha. Ora porque não conseguem ser multitarefas e são extremamente orientados só para uma coisa de cada vez, ora porque o mundo é machista nem que não se queira assumir (por alguns)...
Aqui deixo escrito o quanto tiro a "cartola" às mulheres que são tudo: cuidam de si, lidam com a casa, são esposas, amantes, mães, amigas e profissionalmente competentes e lutadoras; e ainda lhes sobra tempo! Bravo! (ou melhor: bravas!)
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